
No Brasil de sábado, o país para diante do “Espaço da Sorte”. O concurso 2.975 da Mega-Sena acumulou: ninguém acertou as seis dezenas, e os R$ 116 milhões continuam no imaginário popular. Mas na segunda-feira, o “Espetáculo” muda de palco. No Congresso, o relator da CPMI do INSS revela que, para alguns, a sorte não é aleatória.
Enquanto o trabalhador gasta o que não tem no bilhete de loteria, esquemas ligados à empresária Ingrid Pikinskeni já faturaram R$ 156 milhões — superando qualquer prêmio acumulado. O deputado Alfredo Gaspar foi cirúrgico: a burocracia brasileira parece desenhada para “roubar com legalidade”. No fim das contas, é mais fácil vencer o sistema do que a probabilidade matemática, especialmente quando o alvo é o bolso de quem já deu a vida pelo país.
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