
Enquanto os olhos de Campina Grande e do país se voltam para as grandes celebrações que movimentam a economia e a cultura local, a gestão municipal mantém a atenção firme na melhoria estrutural dos serviços essenciais. É nesse ritmo, equilibrando a efervescência das festas e o compromisso com o cidadão, que a Prefeitura de Campina Grande, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, avança em um amplo reordenamento para fortalecer o SUS no município.
O principal símbolo desse movimento é o Hospital Municipal Pedro I. A unidade passa por um processo histórico de modernização e expansão de sua infraestrutura. Para que as obras avancem com segurança, o pronto-atendimento da unidade foi suspenso temporariamente, mas o hospital segue recebendo pacientes de média e alta complexidades regulados pela rede.
O que muda no Hospital Pedro I? As intervenções vão transformar o perfil assistencial da unidade. O projeto contempla:
- Construção de um novo Centro de Diálise;
- Implantação de um moderno Centro Cirúrgico;
- Ala específica para emergências psiquiátricas (saúde mental);
- Novos espaços de acolhimento e assistência hospitalar de ponta.
Rede de apoio estruturada Para absorver a demanda durante o período de obras, a rede pública municipal foi estrategicamente reorganizada. O Hospital Municipal Dr. Edgley segue como pilar fundamental, mantendo atendimentos de urgência, emergência e psiquiatria.
Paralelamente, as UPAs do Alto Branco (Dr. Maia) e do Dinamérica (Dr. Adhemar Dantas) estão recebendo reforço gradual nas equipes e otimização dos fluxos para garantir respostas rápidas e resolutivas. Na base de tudo, a atenção primária de Campina Grande segue com 100% de cobertura, operando através de mais de 80 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e mais de 140 equipes de Saúde da Família, assegurando que o cuidado humanizado chegue a cada campinense.
Redação Plenarioemfoco / com informações do Codecom
