
O cenário econômico de 2026 expõe um claro contraste: o Brasil opera com desemprego em baixas históricas (cerca de 5,4%), mas 80% das empresas sofrem com o apagão de mão de obra qualificada. Para completar o quadro de pressão sobre o setor produtivo, a economia convive com juros a 13,75% a.a., inflação acima de 5% e um ritmo preocupante de fechamento de empresas.
Superar esse impasse em 2027 exigirá um pacto compromissado entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Precisamos de medidas objetivas:
- Modernização dos programas sociais: recalibrar os incentivos para estimular a qualificação e a entrada contínua no mercado de trabalho formal.
- Competitividade e crédito: criar condições para a queda das taxas de juros e o alívio da carga tributária sobre quem produz e gera empregos.
- Governança migratória: administrar os fluxos internacionais com planejamento e controle, garantindo integração econômica sem comprometer a coesão social.
Um país de dimensões continentais como o Brasil não pode abrir mão do aumento de produtividade. Sem o estímulo ao trabalho e o fortalecimento do ambiente de negócios, corre-se o risco de travar o crescimento e comprometer até mesmo o abastecimento e a segurança da população.
Redaçao plenarioemfoco / imagem gerada por IA
