
Poucas horas antes do anúncio da quebra do sigilo bancário de “Lulinha”, filho do presidente, o clima mudou em Brasília. As comemorações da CPMI do INSS — que prometiam voz aos aposentados lesados — foram subitamente interrompidas. A ordem veio do “outro lado da rua”: o Ministro Dino mandou suspender os trabalhos.
Entre o “quebra e remexe” dessa comissão, vivemos momentos de clareza, mas também vimos o espetáculo de como as instituições se protegem. No Brasil, os vizinhos de poder interferem no quintal um do outro sem cerimônia. Enquanto isso, na ponta mais fraca dessa queda de braço, o aposentado assiste de camarote ao próprio abandono. São trabalhadores que dedicaram a vida ao país, foram assaltados em seus direitos e hoje seguem sem amparo ou previsão de reaver o que lhes foi tirado.
SEM VALOR!
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Redação Plenarioemfoco
