
O Brasil vive hoje um dilema profundo: seria um drama real ou uma trama arquitetada? De um lado, assistimos à tentativa desenfreada de combater a corrupção e o crime organizado; de outro, mergulhamos na polêmica do perdão por atos golpistas, discutindo a punição de pessoas que, até então, não apresentavam periculosidade.
No centro desse tabuleiro — ou em cima do muro — estão os Três Poderes. Seus atores, movidos por ideologias e interesses próprios, parecem ter esquecido o papel de “fiel da balança”. Enquanto isso, na plateia, o povo trabalhador sente na pele a decadência de uma nação rica e próspera. Assistimos, impotentes, a decisões moldadas por interesses pessoais escancarados.
O que mais dói é o cinismo. A “mão boba” da barganha política ignora a humanidade de quem construiu este país. É inadmissível que o trabalhador, após uma vida de suor, veja o fruto de seus ganhos salariais ser roubado descaradamente.
A quem recorrer? Talvez a resposta não esteja nos homens, mas no “sino da fé” que bate à nossa porta todos os dias. Mas a fé sozinha não basta se não nos unir para dizer: Basta! O nosso voto tem valor. A nossa grande esperança não é a loteria, são as urnas de 2026. Analise, julgue e vote. Por um país justo para nossos filhos.
Redação Plenarioemfoco > imagem gerada por IA
