
O samba de Niterói não é um produto de prateleira; é fruto de chão batido. Enquanto a Unidos do Viradouro, nascida no quintal de Nelson da Jangada, erguia-se como campeã e mostrava ao mundo a força de uma comunidade real, outros tentaram inventar atalhos.
A resposta ao desrespeito e ao uso indevido de recursos veio no ritmo impecável de Mestre Ciça. Niterói provou que, no maior carnaval do planeta, a vitória é de quem tem história. Enquanto a Viradouro se consagrava no topo, a tal “Acadêmicos de Niterói” mal chegou e já se foi — uma passagem apagada de quem não entendeu que samba se faz com verdade, não com conveniência. O pior para quem planta a maldade com dinheiro público é ver o brilho da campeã ofuscar a sombra de quem não tem raiz.
Redaçao Plenarioemfoco Foto IA
