
Enquanto o brasileiro sobrevive a crises sobrepostas, golpes financeiros e taxas de juros que sufocam qualquer esperança acima dos 15%, a prioridade em Brasília parece estar em outro planeta. Com a economia fragilizada e o povo pagando o imposto mais caro do mundo apenas para ver o dinheiro público ser saqueado, recebemos a notícia: a Câmara Federal quer urgência para salvar bancos.
O PLP 281/19, sob as mãos de Hugo Motta e Marcelo Queiroz, quer criar um “colchão de segurança” para o sistema financeiro e de seguros. Mas onde está a segurança para o aposentado que viu seu poder de compra evaporar? Onde está o retorno para quem trabalhou a vida toda? Em vez de socorro ao trabalhador, propõem salvar quem já lucra bilhões. Onde querem chegar? Pesquise a reputação de quem você simpatiza para lhe representar. Em 2026, lembre-se: errar é humano, mas repetir o erro na urna é aceitar a própria ruína.
Redação Plenarioemfoco / Agencia Camara > foto Marina Ramos
