
A desinformação hoje é a maior aliada dos preços abusivos. O cidadão comum acorda sem saber quanto vai custar o seu direito de ir e vir. Existe uma maquiagem governamental no Diesel, mas a Gasolina segue sem freio, expondo a incapacidade do Estado em coibir práticas desleais nos postos de combustíveis.
Não se trata apenas de centavos na bomba. É o reflexo de um Brasil que se acostumou com o “perdeu, mané”. Seja no confisco silencioso de valores esquecidos ou nos gastos públicos ineficientes — onde o aparato para prender o bandido custa o triplo do que foi roubado — o contribuinte é sempre a última prioridade.
Mantemos um sistema de assistencialismo que, embora necessário para muitos, ignora a origem de cada real. Se a produção for sufocada pelos custos de energia e logística, não haverá imposto que sustente os programas sociais amanhã. O Brasil corre o risco de virar a terra do “já era”, onde a riqueza é gasta em logística de luxo para a criminalidade enquanto o trabalhador conta moedas para encher o tanque.
Redacao Plenarioemfoco > foto gerado por IA
