
O brasileiro nunca fica para trás quando o assunto é tecnologia. Mesmo que seja para o uso básico, o país mergulhou de cabeça na era digital. A maior prova disso é a explosão no número de influenciadores digitais — que hoje já se dividem legalmente em cerca de sete categorias diferentes — e o montante de pessoas que utilizam o celular diariamente para se comunicar, denunciar, fofocar e compartilhar a rotina.
No entanto, essa imersão traz novos desafios, especialmente com o avanço dos conteúdos gerados por Inteligência Artificial (IA). Um dos recursos mais falados é a deepfake — uma tecnologia capaz de sintetizar imagem e voz humana com precisão impressionante, criando vídeos ou áudios onde uma pessoa parece dizer ou fazer algo que nunca fez de fato.
Atenta ao impacto dessas ferramentas, a Justiça Eleitoral brasileira estabeleceu regras rigorosas: o uso de deepfakes é estritamente proibido nas campanhas. O objetivo é reforçar os mecanismos de proteção do processo eleitoral, coibindo a disseminação de informações falsas ou gravemente descontextualizadas que possam manipular a opinião pública e comprometer a integridade da democracia.
Redação plenarioemfoo / com informaçoes da Secom-TSE > imagem gerada por IA
