
Terra de grandes nomes da política e abençoada com a sorte de perpetuar grandes administradores, Campina Grande sempre contou com a força de um povo acolhedor e trabalhador — que sabe exatamente o que é bom para a nossa Rainha da Borborema.
É esse espírito que nos une ao celebrarmos os 119 anos da chegada do trem (1907–2026). O algodão, a ferrovia, o acolhimento e o firme propósito de que o trabalho dignifica o homem moldaram a nossa identidade. Ao longo dos anos, a cidade nunca deixou de ser a Capital do Trabalho, impulsionada pelas velhas locomotivas que transformaram sua história econômica e social.

Parte dessa memória pulsa viva no prédio da antiga Estação Velha, sede do Museu do Algodão. Administrado pela Prefeitura (Secult), o espaço abriga documentos, maquinários e a tradicional locomotiva Maria Fumaça. Como destaca a historiadora Betânia Andrade: “Visitar o Museu do Algodão é uma oportunidade de conhecer de perto uma parte fundamental da história de Campina Grande.”
Olhando para o nosso legado, honramos o passado e seguimos firmes, sonhando com novos tempos e novas conquistas sobre trilhos e rodas para a nossa terra!
Serviço — Museu do Algodão:
- Funcionamento: Terça a sexta-feira, das 8h às 16h | Sábados, das 9h às 13h.
- Entrada: Gratuita.
Redaçao plenarioemfoco / Codecom
