
Nesta quarta-feira, o Plenário se veste de gala para decidir o futuro de cargos vitais: STF, TST, DPU, CNMP e CNJ. Mas, para além dos nomes de Jorge Messias e Margareth Costa, o que realmente está em jogo?
Assistimos a discursos impecáveis sobre “servir”, enquanto o povo se pergunta: servir a quem? É irônico notar como a busca por um cargo público, por vezes, atropela princípios e pessoas. No Brasil, parece que a “eficiência” de um indicado é medida pela sua capacidade de ser conivente, e não pela coragem de representar quem o colocou lá. Entre sabatinas e tapinhas nas costas, a maioria do país segue sob suspeita, enquanto o topo da pirâmide garante seu “final feliz”. Aprendam: a porta de entrada do poder é estreita para a ética, mas larga para as conveniências.
Redação Plenarioemfoco / fonte Agencia Senado > foto Andressa Anholete
