
Com a evolução da Inteligência Artificial e a complexidade do ecossistema digital, o combate à desinformação ganhou novos contornos. Para garantir a integridade do processo eleitoral nas Eleições 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recomendou aos TREs a formalização de parcerias com instituições especializadas em perícia digital e inteligência artificial.
Esta iniciativa fortalece a capacidade técnica da Justiça Eleitoral de avaliar conteúdos sintéticos e fraudes digitais de forma ágil e segura.
O que muda na prática? Criam-se redes de apoio com peritos qualificados, intercâmbio de laboratórios e padronização de procedimentos de prova.
Garante-se total respeito à legislação de dados (LGPD), preservação da cadeia de custódia e rigor processual.
Mantém-se a autonomia dos juízes eleitorais na nomeação de peritos e na valoração das provas.
A inovação tecnológica traz desafios, mas também abre portas para respostas institucionais cada vez mais estruturadas e transparentes.
Redaçao plenarioemfoco / Secom/TSE > AN/GO/IC/FP > Fachada do TSE. Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE
