
Mais uma vez, o governo decide fazer “caridade” usando o nosso dinheiro. Com a publicação da MP 1358/2026, o Planalto insiste na política de subsídios para combustíveis que, na prática, é apenas um paliativo caro.
Dizem que é para conter a alta do petróleo, mas a conta é clara: são R$ 2,7 bilhões por mês saindo dos cofres públicos para ressarcir empresas. Enquanto o governo se recusa a discutir o corte de gastos públicos, ele prefere “maquiar” o rombo usando arrecadações extraordinárias de royalties — dinheiro que deveria ser investido em áreas estruturais, e não queimado em subsídios temporários.
É a velha tática de mudar o dinheiro de bolso, mas o bolso do trabalhador continua furado. Até quando vamos aceitar que a solução para a crise seja sempre gastar mais, sem nunca apertar o cinto do Estado?
Redação Plenarioemfoco / com informações da Agência Senado > foto Adilson Rodrigues
