
Com os nervos à flor da pele e os candidatos brigando como cães e gatos, entramos no período mais tenso e cruel da corrida eleitoral. É a temporada oficial das mentiras deslavadas, das acusações cruzadas, das fraudes e do desrespeito escancarado à legislação. Enquanto o choro é livre, o dinheiro circula farto nas ruas — afinal, o fundo eleitoral e as doações já estão no bolso de quem comanda a festa.
Do outro lado, fica o povo: uns esperançosos, outros tomados pelo medo e, claro, os aproveitadores de plantão. São os atravessadores da política, prontos para comprar a consciência tanto de quem vota quanto de quem é votado.
À medida que os dias se afunilam, os comitês de campanha viram verdadeiros quartéis-generais. Ali convivem a estrutura do bem, do mal, do “cabuloso”, os estrategistas e os “cabuetas” de rua e de internet, divididos entre espalhar fatos ou plantar fake news.
Enquanto isso, o candidato segue o seu roteiro perfeito: sorri para as fotos, abraça e beija todo mundo — cheiroso ou não. O discurso é sempre o mesmo: “Estamos juntos!”. A falsidade impera. Um toquinho aqui, um abraço ali, um cheiro no cangote… e pronto: acha que já garantiu o juramento na urna.
Mas lembre-se: quando a eleição passar e as luzes se apagarem, vem a inevitável “era do fumo de rolo”.
Por isso, cuidado antes que a conta chegue. Vá atrás da informação, consulte o site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), pesquise a vida e a ficha de quem pede o seu voto. Antes de ver o prejuízo bater à sua porta, faça a sua parte. E vamos rezar pelo Brasil e por seu Povo de bem.
Redaçao plenarioemfoco / Imagem gerada por IA
