
Não há sossego. O brasileiro hoje vive um dilema cruel: de um lado, os “gabirus” de terno e gravata que desviam o que deveria ser investido no povo; do outro, a armadilha digital dos “tigrinhos” e das apostas que invadem os lares pelo celular.
O dinheiro, que já é curto devido aos altos impostos, agora escorre por um ralo invisível. É alarmante ver que até recursos de programas como o Bolsa Família — criados para garantir a comida no prato — estão sendo tragados pelo vício das bets. O governo sinaliza uma regulação rígida para as plataformas digitais, alegando que o “cassino entrou dentro de casa”.
Mas a pergunta que fica é: quem protege o cidadão comum quando o ataque vem de tantas frentes? Seja pela corrupção ou pelo algoritmo, quem paga a conta é sempre quem menos pode.
Redação Plenarioemfoco com informações de momento > foto gerada por IA
