
O consumidor está de olho, e o Procon de Campina Grande também! A defesa dos direitos de quem compra, contrata e paga por serviços ganha cada vez mais espaço na rotina da população. Com a missão de equilibrar a relação entre consumidores e fornecedores, o Procon Municipal vem apostando na inovação digital, na conciliação e na transparência para buscar soluções e garantir respeito nas relações de consumo.
Nesta terça-feira (3), a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor, por meio do Procon-CG, divulgou o relatório atualizado das reclamações fundamentadas referentes ao mês de outubro. O levantamento acende um alerta para empresas que prestam serviços essenciais, instituições financeiras e plataformas de comércio eletrônico.
Na liderança do ranking aparece a Energisa, com 28 reclamações, seguida pela Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), com 23 registros. A operadora TIM ocupa a terceira posição, com 13 queixas formalizadas.
O setor financeiro também marca presença entre os mais reclamados. O Grupo Bradesco contabilizou 12 ocorrências, enquanto o Grupo Itaú aparece com 11, mesmo número registrado pela plataforma Shopee. Já o Mercado Livre soma dez reclamações.
Fechando a lista das dez empresas estão Vivo, com oito registros; Amazon, com sete; e Banco BMG, com seis reclamações.
Confira o ranking das dez empresas mais reclamadas em outubro:
- Energisa – 28 reclamações;
- Cagepa – 23;
- TIM – 13;
- Grupo Bradesco – 12;
- Grupo Itaú – 11;
- Shopee – 11;
- Mercado Livre – 10;
- Vivo – 8;
- Amazon – 7;
- Banco BMG – 6.
Cobranças indevidas e serviços na mira do consumidor
Entre os principais motivos que levam os consumidores aos canais de atendimento do Procon estão cobranças indevidas, tarifas e serviços não reconhecidos, problemas na prestação de serviços essenciais, dificuldades para cancelar contratos e obstáculos para recuperar valores pagos indevidamente.
Para o secretário municipal de Proteção e Defesa do Consumidor, Luciano Breno, a divulgação do ranking fortalece o acesso à informação e permite que a população acompanhe o comportamento das empresas que concentram o maior volume de reclamações.
Segundo o secretário, a iniciativa também funciona como um incentivo para que os fornecedores aperfeiçoem seus canais de atendimento e apresentem respostas mais efetivas às demandas dos clientes.
Na hora de formalizar uma reclamação, a orientação é apresentar documentos que comprovem a relação de consumo e as tentativas anteriores de solucionar o problema. Notas fiscais, contratos, faturas, documentos pessoais e números de protocolos de atendimento podem fazer a diferença na análise de cada caso.
Onde procurar o Procon-CG?
O consumidor que precisar de orientação, esclarecimentos ou desejar registrar uma reclamação pode procurar o Procon Municipal de Campina Grande por diferentes canais:
- Atendimento presencial: Rua Prefeito Ernani Lauritzen, 226, Centro.
- Horário: segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
- Telefone gratuito: 151.
- WhatsApp da Fiscalização: (83) 98186-3609.
- Atendimento digital: plataforma Procon Digital.
Mais do que apresentar números, o levantamento reforça um recado importante: o consumidor precisa conhecer seus direitos, acompanhar seus contratos e não aceitar cobranças ou serviços que não reconhece. Afinal, respeito ao cliente não é favor, é obrigação de quem fornece produtos e serviços.
Redaçao plenarioemfoco / Codecom
